Demais, como fã de Star Wars, eu tinha que postar. Estou pensando até em fazer a minha ficha. Quem sabe a Folha de São Paulo publica.
Não acredito. É essa terrorista que vocês querem no poder?
setembro 2nd, 2010 § 0
Ninguém é o cara! Nessas eleições: Anula-lá!
agosto 16th, 2010 § 0
Ninguém é o canditato do povo, com musiquinha e tudo mais, ficou muito bom o vídeo.
Tirando os candidatos e seus lacaios filiados de partidos, parece que todo mundo está desiludido com a política brasileira. Será que é a luz no fim do túnel? Se você também está insatisfeito: VOTE NULO. Faça parte da REVOLUÇÃO SILENCIOSA.
Pichação: arte ou crime?
agosto 15th, 2010 § 0
Esse é o tema de uma pesquisa que estou fazendo no curso de filosofia. É uma pesquisa pequena, pois sei que o assunto dá muito pano pra manga.
É comum eu ouvir pessoas me perguntando: você vai pesquisar sobre pichação ou grafite? Minha pesquisa é mesmo sobre pichação como arte. Grafite, pra mim, não tem mais o que se discutir, uma vez que empresas pagam pelo trabalho, existem cursos e o melhor, já entrou no museu. Acredito que o grafite já se consagrou arte, e comercial. Por isso mesmo, vem se tornando o mais novo alvo de pichações.
Grafite e pichação sempre foram aliados. Um não atropelava o outro. Mas quando o grafite começou a ser visto como arte, muita gente se utilizou dele para fugir da pichação. Pessoas pagaram para que grafitassem o seu muro, sendo assim, ele não seria mais pichado. Muito desses grafites, atropelaram várias pichações, começando aí um conflito. Hoje, o grafite aliado é visto com maus olhos pelos pichadores.
Para ambientar melhor o assunto, postei abaixo dois vídeos, um sobre a pichação no Rio de Janeiro, outra sobre a pichação em São Paulo.
Se você souber de algo sobre o assunto, tiver um livro para indicar, ou qualquer dica, por favor, deixe seu comentário.
“Arte como crime. Crime como arte.”
- Hakim Bey
Pichação no Rio – Que o mundo veja
Pichação em SP – Pixo
Mande o seu #calabocadatena
agosto 2nd, 2010 § 1
Eu sei que isso não vai acabar com esse preconceito medieval contra os ateus. Mas já é um passo para se pedir respeito.
Datena, o ser infeliz e preconceituoso que vestiu a camisa do preconceito contra o ateísmo merece uma resposta à altura.
Eu já coloquei no meu avatar do Twitter o Cala boca Datena. Ficou maneiro. Clique aqui e coloque o seu.
Além disso, você também pode fazer uma reclamação por escrito pra Band no Reclame Aqui.
Você acha que eu estou exagerando? Veja aqui as idiotices do Datena transcritas pelo pessoal da ATEA e olha abaixo só uma das frases preconceituosas que ele soltou na TV durante a pesquisa realizada no ar sobre acreditar ou não em deus.
“Como nós temos mais de mil ateus? Aposto que muitos desses estão ligando da cadeia.”
Datena, armado de preconceito, incitando o ódio aos ateus. #calabocadatena
agosto 2nd, 2010 § 0
Datena é um infeliz, que utiliza a tragédia do próprio filho, com as drogas, para se promover. Acredito que ele se expressar e falar que falta deus no coração dos brasileiros é aceitável, embora eu não concorde. Agora, acusar, discriminar e agredir os ateus, eu jamais admitirei.
Ele está precisando ouvir mais e falar menos. É inaceitável pensar que uma pessoa com acesso a tantos telespectadores ainda levante uma bandeira de um preconceito estúpido como esse. Ainda comentarei mais sobre o assunto por aqui. Por enquanto, achei ótima a resposta do Pablo Villaça no seu videocast.
Também gostei da posição tomada pelo pessoal do ATEA. Além de descrever toda a idiotice falada pelo Datena, também apresenta como processar o indivíduo.
Pelo jeito, não falta deus no coração, mas sim, algum conteúdo na cabeça e na televisão dos brasileiros.
Jovens artistas: O Homem do Jornal e Estrufição
julho 19th, 2010 § 0
Convivo bem de perto com dois pequenos jovens artistas. São os meus filhos: Mayla de 7 anos e o Pedro de 3. Certo dia eles sentaram pra pintar.
A Mayla fez o Homem do Jornal.
Se você não entende muito de arte eu vou te ajudar a entender. A pintura é a imagem de um homem pegando um jornal num prédio visto de lado.
O Pedro fez a Estrufição.
Se você não entende muito de arte, te ajudo novamente. Estrufição, segundo o Pedro, é quando tem muita bagunça, muita confusão. Não sei bem a origem da palavra, mas acredito que a inspiração para a pintura foi a própria arrumação do quarto do artista.
Alex Bogusky defende o fim da publicidade para o público infantil – ‘Não é justo’ com as crianças
julho 15th, 2010 § 0
Eu já era fã do trabalho dele, agora passei a admirar também as atitudes e ideias do Bogusky. Encontrei esse post no Criança & Mídia e o reproduzo aqui na íntegra, vale a pena lê-lo.
Alex Bogusky, sócio fundador da agência Crispin Porter & Bogusky, surpreendeu o mercado publicitário mundial esta semana ao anunciar sua saída da publicidade e seu objetivo de “participar da revoluçao cultural que está acontecendo em sua maior parte fora da publicidade“. Na semana anterior, no entanto, durante o Festival de Publicidade de Cannes, Bogusky publicou em seu blog um longo post contra a publicidade para crianças. Abre seu texto propondo a criação de um novo prêmio no Festival, mais importante que todos os outros, para destacar a empresa que decidir parar de usar o poder da publicidade contra as crianças.
Bogusky argumenta que as crianças não estão prontas para lidar com a publicidade em função do estágio de desenvolvimento em que estão. “Seus cérebros são fundamentalmente diferente (dos adultos), a principal diferença é que o desenvolvimento do lado direito do cérebro não começa realmente antes dos 12. Isso é importante porque sem o lado direito envolvido, todas as decisões e conceitos são muito ou preto ou branco“, descreve. As crianças dividem as coisas entre boas e ruins, diz ele, não entendem o cinza, e por isso não estão equipadas para entender a publicidade da mesma maneira que um adulto.
Segue imaginando o que aconteceria se a publicidade para crianças simplesmente acabasse. Sugere que o relacionamento entre pais e filhos melhoraria, já que não haveria mais a publicidade levando as crianças a fazer pressão para os pais comprarem isso ou aquilo. “Mais de 10% das crianças de 12 a 13 anos admitem pedir mais de 50 vezes aos seus pais para comprarem produtos que viram em anunciados. Só isso já basta para fazer todos os pais assinarem uma petição“. Bogusky acredita também que sem a publicidade, as crianças melhoraria sua auto-estima. “Mais da metade das crianças pesquisadas (53%) disseram que comprar certos produtos fazem com que elas se sintam melhor sobre si mesmas“, diz.
E o que aconteceria com, por exemplo, os canais de TV para crianças? Cartoon e Nickelodeon desapareceriam, imagina Bogusky. A garotada lamentaria, mas conseguiria conviver com isso. “As crianças seriam forçadas a levantar do sofá e pensar em novas maneiras de se divertir. Algumas dessas brincadeiras poderiam até mesmo incluir atividade física“, propõe, sem esquecer que o computador e os videogames também seriam uma opção (“pelo menos têm um pouco de interação”).
E o mercado publicitário, como fica? O dinheiro destinado a publicidade para crianças não some, ele migra para outras ações, prevê. Mas para quem tem negócio especializado em publicidade para crianças, Bogusky avisa – “seu negócio será uma baixa”. Segundo ele, uma estimativa moderada de quanto o marketing para crianças movimenta chega a US$ 15 bilhões por ano. “É chocante descobrir que isso é 250% mais do que era em 1992. Para mim, esses números são assustadores”. Cita os países europeus onde a publicidade para o público infantil foi proibida, em especial a Suécia, que tomou a decisão por considerar que anunciar para elas “não é justo” em função do estágio de desenvolvimento do cérebro. “Eu concordo”, diz ele.
Bogusky passa pela questão da ética vs lucro e sugere que seria mais interessante para os lobistas da indústria do fast food defenderem a proibição da publicidade para crianças. Afinal, se for criada uma legislação nesse sentido, a indústria do fast food ganharia em imagem por estar “do lado certo” da questão. “Talvez nosso próprio mercado (publicitário) possa fazer lobby para isso. Deus sabe que os publicitários precisam aparecer positivamente na mídia“, ironiza.
A proposta final de Bogusky é transformar em índice a maneira como as empresas lidam com a ética e o uso equilibrado da publicidade. Já que as companhia são avaliadas por seus impactos na saúde, sustentabilidade, ética no tratamento dos funcionários e até dos animais, por que não serem avaliadas também por sua ética em relação às crianças. “Qual sua pontuação na prática ética e justa da publicidade? Isso pode ser mensurado e quantificado e pode se tornar parte da decisão de compra. Não apenas para quem tem filhos, mas para todos os consumidores”, defende.
Publicitário premiado, Bogusky encerra seu post afirmando que ganhar troféu por deixar de anunciar para crianças seria uma maneira de levar o mercado a defender essa idéia. “Minha esperança para o prêmio Cannes Crystal 2011 é que alguma agência trabalhe junto ao seu cliente para encerrar toda a publicidade para crianças e leve para casa o Cannes Crystal Grand Prix Lion em seu ano de estréia. E isso seria o fim da questão. Porque assim que passar a existir um prêmio para isso, todos nós publicitários estaremos brigando por ele“.
Pixação em exposição :: Caligrafia Mau Dita
julho 13th, 2010 § 0
Em uma celebração cultural da pixação, também conhecida por “pixo”, o Espaço Matilha Cultural recebe, do dia 13 a 31 de julho, a mostra Caligrafia Mau Dita, dedicada ao trabalho do grupo Os Muito Loucos e convidados da cidade de São Paulo e ABC.
A exposição compreende todo tipo de material gráfico produzido pelo grupo, como esboços caligráficos e folhinhas (peças trocadas entre grupos de pixação para manter viva sua cultura caligráfica). Entre outros destaques do evento, estão o lançamento do documentário Caligrafia Mau Dita, dirigido por Jey (Flávio Ferraz, um dos organizadores da mostra), fotografias de João Wainer e Victor Moriyama e ilustrações de Paulo Ito, artista plástico e ilustrador que aborda o pixo em linguagem de HQ.
Fonte: site da revista Zupi
+Informações:
Exposição: Caligrafia Mau Dita
Data: de 13 a 31 de julho de 2010
Local: Espaço Matilha Cultural
Endereço: R. Rego Freitas, 542, São Paulo
Horário: de terça-feira a sábado, das 12h às 20h
Site: Matilha Cultural
Forma rápida de adquirir cultura
julho 8th, 2010 § 1
1) Marcel Proust.
À La recherche du temps perdu. (Em Busca do Tempo Perdido).
Paris, Gallimard. 1922. 1600 páginas.
Resumo: Um rapaz asmático sofre de insônia porque a mãe não lhe dá um beijinho de boa-noite. No dia seguinte (pág. 486. vol. I), come um bolo e escreve um livro. Nessa noite (pág. 1344, vol.VI) tem um ataque de asma porque a namorada (ou namorado?) se recusa a dar-lhe uns beijinhos. Tudo termina num baile (vol. VII) onde estão todos muito velhinhos – e pronto. Fim.
2) Leon Tolstoi.
Guerra e Paz.
Paris, Ed. Chartreuse. 1200 páginas.
Resumo: Um rapaz não quer ir à guerra por estar apai! xonado e por isso Napoleão invade Moscou. A mocinha casa-se com outro. Fim.
3) Luís de Camões.
Os Lusíadas.
Editora Lusitania.
Resumo: Um poeta com insônia decide encher o saco do rei e contar-lhe uma história de marinheiros que, depois de alguns problemas (logo resolvidos por uma deusa super-gente-fina), ganham a maior boa vida numa ilha cheia de mulheres gostosas. Fim.
4) Gustave Flaubert.
Madame Bovary. 778 páginas.
Resumo: Uma dona de casa mete o chifre no marido e transa com o padeiro, o leiteiro, o carteiro, o homem do boteco, o dono da mercearia e um vizinho cheio da grana. Depois entra em depressão, envenena-se e morre. Fim.
5) William Shakespeare.
Romeo and Juliet.
Londres, Oxford Press.
Resumo: Dois adolescentes doidinhos se apaixonam, mas as famílias proíbem o namoro, as duas turmas saem na porrada, uma briga danada, muita gente se machuca. Então um padre tem uma idéia idiota e os dois morrem depois de beber veneno, pensando que era sonífero. Fim.
6) William Shakespeare.
Hamlet.
Londres, Oxford Press.
Resumo: Um príncipe com insônia passeia pelas muralhas do castelo, quando o fantasma do pai lhe diz que foi morto pelo tio que dorme com a mãe, cujo homem de confiança é o pai da namorada, que entretanto se suicida ao saber que o príncipe matou o seu pai para se vingar do tio que tinha matado o pai do seu namorado e dormia com a mãe. O príncipe mata o tio que dorme com a mãe, depois de falar com uma caveira e morre assassinado pelo irmão da namorada, a mesma que era doida e que tinha se suicidado. Fim.
7) Sófocles.
Édipo Rei – tragédia grega.
Várias edições.
Resumo: Maluco tira uma onda, não ouve o que um ceguinho lhe diz e acaba matando o pai, comendo a mãe e furando os olhos. Por conta disso, séculos depois, surge a psicanálise que, enquanto mostra que você vai pelo mesmo caminho, lhe arranca os olhos da cara! em cada consulta. Fim.
8 ) William Shakespeare.
Othelo
Resumo: Um rei otário, tremendo zé-ruela, tem um amigo muito fdp que só pensa em fazê-lo de bobo. O tal “amigo” não ganha um cargo no governo e resolve se vingar do rei, convencendo-o de que a rainha está dando pra outro. O zé-mané acredita e mata a rainha. Depois descobre que não era corno, mas apenas muito burro por ter acreditado no traíra. Prende o cara e fica chorando sozinho. Fim
Parabéns (ou não), você acaba de economizar a leitura de pelo menos 7.000 páginas.
(recebido via e-mail)
Não brinque com a comida
julho 2nd, 2010 § 0







