outubro 28th, 2011 § § permalink

O mundo está mudando, isso e fato. Ninguém sabe para onde vamos, isso também. Mas como sou otimista, por mais medo de mudanças que eu tenha, gosto de pensar que um novo modelo de democracia pode dar certo. Já o modelo atual, nós temos a certeza de que deu errado.

outubro 17th, 2011 § § permalink
Se você ainda não entendeu o que está acontecendo no mundo, vou tentar explicar em poucas palavras. Existe uma multidão de descontentes espalhados pelo mundo, cada um com uma reivindicação diferente, mas todos com objetivos em comum: lutar por uma política ética, uma democracia direta e uma vida digna.
No Chile, os estudantes querem educação pública gratuita e de qualidade. Na Inglaterra, o UK Unkut protesta contra os magnatas que não pagam impostos. Na Espanha, levantaram-se os indignados. Nos EUA, lutam contra a especulação monetária. No Brasil contra a corrupção. Na Líbia e no Egito, contra a ditadura. Na Grécia, contra o FMI que quer sucatear as políticas públicas. Tudo ao mesmo tempo agora. Isso não é interessante?
Parece que o sistema realmente está entrando em colapso. Parece que o povo descobriu seu papel na política. Descobriu que a liberdade é um exercício, que deixá-la na mão de dirigentes e representantes é perdê-la. É entregá-la de mão beijada. É preciso lutar por uma democracia de verdade, por uma democracia direta.
No Brasil, os protestos ainda são tímidos, embora o pessoal do OccupyRio e OccupySP estejam fazendo um trabalho legal. Lá fora, eventos “Occupy” estão marcados para Amsterdam, Londres, Taipei, Paris, Tóquio, Estocolmo, Roma e Sydney, entre diversos outros lugares.
Aqui você pode acompanhar o Occupy Wall Street ao vivo.
Aqui você acompanha o OccupySP ao vivo.

Veja mais informações aqui. E aqui uma reportagem ampla sobre o assunto.
Aqui você pode ver o mapa das cidades “Occupy”.
Agora, faça a sua parte, APOIE E PARTICIPE!
outubro 5th, 2011 § § permalink
por Sergio Ferrari – Colaborador de Adital na Suiça.


5 mil pessoas, segundo os organizadores
Centenas de cidadãos originários da América Latina
Milhares de pessoas se mobilizaram no primeiro sábado de outubro (2), em Berna, a capital suíça, exigindo a regularização coletiva e imediata das pessoas que residem no país sem contar com um status legal. Manifestação significativa que relança na praça pública desse país europeu a frágil situação cotidiana dos residentes sem documentos.
Segundo diversas fontes, vivem na Suíça pelo menos 100 mil pessoas que não contam com uma permissão de residência segundo as normas imigratórias oficiais. A grande maioria trabalha e muitos pagam impostos e cotizam aos seguros sociais; porém, estão privados dos direitos migratórios básicos, segundo denunciou o Coletivo dos Sem Documentos, que convocou à concentração em Berna.
Realidade semelhante a de outros países europeus, onde as restrições imigratórias aumentam a cada dia. Os residentes sem documentos são, hoje, na Europa –e em outras regiões do mundo- cidadãos de “segunda categoria” ou, inclusive, “escravos modernos”.
Recentes denúncias sindicais indicam que trabalhadores imigrantes no setor da construção, na Suíça, ganham entre 4 e 5 vezes menos por hora do que o trabalhador “legal”.
“Ninguém é ilegal”, recordaram os manifestantes que chegaram a Berna provenientes de todo o país. A convocatória foi apoiada por centenas de organizações, sindicatos, alguns partidos políticos (de esquerda e pelo Partido Verde) e por movimentos sociais dos mais variados signos.
Segundo o Movimento dos “Sem Documentos”, “uma hipocrisia política maior caracteriza ao mundo político suíço com respeito aos sem documentos: de um lado, aceita a necessidade dessa mão de obra imprescindível para a economia; e, de outra, nega seus direitos fundamentais”.
O Movimento aproveitou a manifestação em Berna para convocar para a assinatura de uma nova petição, lançada no passado 3 de maio. A mesma exige o estabelecimento de condições que permitam a regularização de pessoas sem status legal que residem no país.
Em curto prazo, o Movimento exige ao Conselho Federal –executivo colegiado suíço- que renuncie à política de reenvio forçado desumano, inútil e custoso aos países de origem. E exige que se assegure o acesso à escolaridade para todos os filhos dos sem documentos. Preconiza também que seja implementado, sem mais atraso, o acesso à aprendizagem técnica (nível médio posterior ao ensino fundamental) para os jovens “sem documentos”, tal como foi solicitado pelo Parlamento suíço, em 2010.
A organização Solidariedade Sem Fronteiras recorda que apesar das repetidas chamadas do Conselho da Europa, o governo suíço rechaçou toda proposta de regularização coletiva. E agrega que, com a atual regulamentação jurídica, a regularização individual dos sem documentos torna-se quase impossível.
A manifestação de Berna reinstala o debate sobre um dos temais mais sensíveis da política interna. E envia um claro sinal aos partidos de ultradireita que têm feito de sua campanha antiestrangeira e xenofóbica o principal slogan durante a campanha eleitoral que se encerra no próximo dia 23 de outubro, com as eleições nacionais legislativas.
No dia 10 de dezembro próximo, o novo Parlamento deverá eleger um novo executivo colegiado para os próximos quatro anos. A imigração aparece, assim, como um termostato político-eleitoral de significação para medir as tendências nacionais.
setembro 25th, 2011 § § permalink
setembro 23rd, 2011 § § permalink
Ele chegou para animar sua sexta-feira…..ahahahahahah.

setembro 22nd, 2011 § § permalink
O vídeo tem imagens fortes, assim como é a nossa realidade. E eu sigo repetindo feito louco: a arte vai salvar o mundo.
KIDULT ” ILLEGAL WORLD “ from eric on Vimeo.

setembro 11th, 2011 § § permalink