1º lugar: “Toda terça ia ao dentista e voltava ensolarada. Contaram ao marido sem a menor anestesia. Foi achada numa quarta, sumariamente anoitecida“.
/via @bdapieve
2º lugar: “Joguei. Perdi outra vez! Joguei e perdi por meses, mas posso apostar: os dados é que estavam viciados. Somente eles, não eu“.
/via @carlaceres
3º lugar: “Não sabia ao certo onde tecer sua teia. Escolheu um cantinho de parede da cozinha. Acertou na mosca“.
/via @Eryckmaga
Eu participei, mas nem apareci na lista. Fazer o quê? Confesso que fiquei com uma ponta de inveja deles, gostei de todos, mas eu inverteria a ordem de colocação. Pra mim, o Eryckmaga realmente acertou na mosca, merecia o 1º lugar.
O meu microconto era: “Pobre infeliz. Buscava a felicidade no trabalho“.
Vendo os vencedores acima, percebi que era preciso melhorá-lo. Então, fiz uma nova versão: “Pobre infeliz. Todos os dias, levantava cedo e se arrumava conforme o figurino da firma. Todos os dias, buscava a felicidade no emprego“. Será que eu teria mais chance?
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O vídeo fala da evolução humana, mas também podemos transportá-lo pra realidade das mídias. A evolução é uma viagem sem fim.
Daí pra frente, é com a gente. Precisamos evoluir, estamos Nas mãos de Darwin. É preciso fazer diferente, porque igual, já tem muita gente fazendo. De que valem as novas tecnologias se vivemos com as mesmas velhas desculpinhas?
(ah, quem quiser, estou vendendo adesivos “Nas mãos de Darwin a R$ 5 cada um)
Muitas eram as lendas sobre estragar os aparelhos. Mas com a chegada dos gravadores de DVD, agora nem a minha avó acredita mais nisso. Segundo a imagem abaixo, a única diferença está no que você é forçado a assistir. Ótima imagem que recebi via twitter do hackbarth.
Ontem fui num Encontro Fora do Eixo que rolou aqui em Campinas. Tudo começou há uns 3 meses, alguns amigos (@lounatico e @cerasoli) me contaram suas ideias sobre fazer um evento que reúna o povo que vive e trabalha com web no interior paulista.
Achei ótimo, dei a maior força, afinal, eu só encontrava meus amigos da internet pessoalmente em eventos em São Paulo. Parece estranho e é, todo mundo saia de Campinas e região pra se encontrar em um evento em São Paulo.
Lógico, que os eventos traziam palestras imperdíveis, mas era engraçada essa confraternização fora de casa. Foi então que ontem aconteceu a primeira confraternização Fora do Eixo.
Como o @foncati da Lampejos disse, haviam vários avatares conhecidos por ali, era hora de conhecê-los pessoalmente. E confesso que fiquei muito surpreso, quando eu entregava um cartão do meu blog a pessoa me dizia: “Ah, e eu não conheço esse brechó?”
Fiquei super feliz em conhecer alguns leitores do meu livro, que até o momento eram apenas amigos virtuais.
O Encontro Fora do Eixo foi demais, pois além de toda essa interação, as palestras trouxeram muita coisa que precisávamos ouvir. Muito da nossa realidade, que está bem debaixo do nosso mouse foi apresentada ali. Realidade que muitas vezes não conseguimos enxergar justamente pela falta dessa interação.
Fui, vi e venci. Valeu muito a pena. Estou contando os dias para o próximo Encontro Fora do Eixo.
Esse é o tema do primeiro encontro: O que é estar fora do eixo? A visão das agências. Ou seja, como as agências de publicidade tradicionais e digitais que estão fora do Eixo dos grandes centros do País lidam com esta realidade?
Para trocar idéias sobre este tema, contamos com um time de craques do mercado: Cláudio Coelho, agência Nocaute (www.nocaute.net) e presidente da APADi (Associação Paulista das Agências Digitais – www.apadi.com.br), Fábio Fonçati, agência Lampejos – Americana/SP (www.lampejos.com.br) e
Rafael Duarte Martins, agência Ayres | pp comunicação mkt (www.ayrespp.com.br).
Participe, vamos começar os Encontros Fora do Eixo com o pé direito!
É nesta terça-feira, dia 02/02, às 19h, no PraçaCapital.
Aguardem, vem mais por aí. Agora, se você tem uma banda ou escreveu algo e quer divulgar, o Baú está aberto. Envie sua obra com o link pra download que a gente coloca lá.
O nome vem do Baú de Dádivas, um espaço para você pegar o que precisa e doar o que não precisa mais. Fugindo das normas de mercado e troca que conhecemos, algo livre. Um ótimo exercício de desapego e humanismo. Você não é o que você tem.
Já parou pra pensar nisso? Se as coisas são o que conseguimos ver, a Terra é quadrada, ela é um pequeno pixel azul. Sei lá, hoje de manhã me perdi pensando nisso. Mas onde quero chegar mesmo é no vídeo abaixo.
Parece até o do Filtro Solar, porém, essa mensagem me agrada mais. Gosto de pensar que a astrologia é um exercício de humildade. Que a Terra não passa de um pequeno pixel turbulento. E quem sabe seu domínio pode estar expirando.
Sempre achei a nova geração privilegiada por ter nascido no meio desse turbilhão, acostumada a tanta tecnologia.
Mas numa conversa com pessoas nem um pouco adeptas das novas tecnologias eu vi que também já fiz parte do grupo deles. Que também sei como é a vida sem e-mails.
Percebi que o privilégio não é ser nativo da tecnologia, mas sim, acompanhar grande parte dessa transição. Me lembro ainda das fichas telefônicas, das fichas DDDs, valiosíssimas.
Me lembro do MSX que carregava jogos com fita cassete e usava a TV como monitor.
Dos telegramas que as pessoas recebiam no aniversário. E de assistir numa TV em preto e branco Os Trapalhões antes do Fantástico no domingo.
Olhando para o meu twitter, meu smarthope com touchscreen, pro meu brechó, vejo que sou um privilegiado. Faço parte dos antigos, sou geração X, since 1979. E hoje, estar adaptado às novas tecnologias me mostra que eu soube viver, aproveitar o que há de bom entre as gerações. Titio Darwin estaria orgulhoso de mim se estivesse aqui.