Darwin é genial!
Religião: qual é a sua?
novembro 9th, 2011 § 0 comments § permalink
Video-game x Bíblia
setembro 30th, 2011 § 0 comments § permalink
Os ateus também amam
setembro 17th, 2011 § 0 comments § permalink
A luta do século
setembro 14th, 2011 § 0 comments § permalink
Como seria a vida sem Deus?
março 17th, 2011 § 1 comment § permalink
Agora, um vídeo pra rir um pouco.
Confissões de um ateu: Saudades de Deus
outubro 20th, 2010 § 2 comments § permalink
Pra falar sobre a minha posição religiosa, cético/ateu, vou utilizar as palavras da Maria Rita Kehl, que definiu com perfeição o tipo de ateísmo que descobri, que vivo e (pasmem os religiosos) que me faz feliz.

Saudades de Deus
- Maria Rita Kehl
Tem um momento na vida em que muita gente deixa de acreditar em Deus. Aconteceu comigo… Nem sempre é por rebeldia que acontece. Às vezes a fé que nos foi incutida na infância simplesmente vai embora na adolescência sem provocar grandes crises. Deus deixa de fazer sentido e sai de nossa vida adolescente, como um dente de leite que cai ou um brinquedo querido que perde o encanto da noite para o dia. Perder a fé assim, sem rebeldia nem raiva, não é fácil.Passados os primeiros momentos de deslumbramento juvenil com a liberdade recém –conquistada, ou com a descoberta do sexo, percebemos que nada ocupou o lugar deixado vago pela Sua graça. Há os que reagem substituindo o nome de Deus por uma causa alternativa, tentando preencher a falta d’Ele com outras idolatrias. Há os que viram malditos, adorando pelo avesso o Bem absoluto que Deus representava.
Na falta desses expedientes, na ausência de um outro Senhor para servir, ficamos mais livres e mais abandonados. A antiga fé deixa uma espécie de saudade. Saudade de Deus, essa grande invenção dos homens. Em todas as culturas em que Ele impera, Deus é o desejo de que haja ordem no mundo. Desejo de proteção, como pensava o velho Freud? Também. Mas antes disso, Deus é desejo de sentido. A imortalidade da alma contra a banalidade da morte; o Juízo Final contra as injustiças da vida. O reconhecimento benévolo, vindo de uma instância superior, de nossos modestos esforços para fazer as coisas direito.
Só isso? Não só: Deus é o desejo de limite para os nossos abusos, castigo para nossas maldades e, principalmente, desejo de Alguém que deseje algo de cada um de nós. Faremos de tudo para maior glória de Deus, desde que Ele nos apresente Seus desígnios, nos ofereça um manual de instruções para nossa passagem pelo reino desse mundo, de modo a nos livrar dos enigmas do desejo e da finitude.
…
Trecho retirado do prefácio do livro Deus 2 de Laerte
Ótima resposta de Richard Dawkins ao Papa(nazi)
setembro 23rd, 2010 § 0 comments § permalink












