No Canadá, clube de futebol anarquista leva o esporte além de vencer e perder .
Dando um cartão vermelho para a hegemonia.
Nas noites de quarta, no canto nordeste do Parc Notre Dame de Grace, encravado entre Cote St. Antoine e Girouard, logo ao norte da corrida canina, Alex Megelas espera pacientemente em um tufo de grama por seguidores (leia-se entusiastas) do que ele chama seu Anarquista Futebol Clube.
Através de uma versão não-hierárquica particular de futebol, o clube almeja combater as práticas discriminatórias que freqüentemente fazem parte dos esportes organizados como o sexismo, a homofobia e o machismo.
Essencialmente, o Anarquista Futebol Clube erradicou a hierarquia que normalmente existe nos esportes organizados ao despojar o jogo de suas regras tradicionais. Isso significa sem contagem de placar, limites, capitães, e sem as mãos. Qualquer coisa e qualquer um são permitidos, exceto comportamentos agressivos e más atitudes.
Os times são escolhidos usando um sistema de números (1, 2, 1, 2,) e tendem a ser bem flexíveis. Jogadores buscam por pessoas que não estão em seus times, e por conta de as pausas para descanso/socialização serem freqüentes, os times tendem a mudar e modificar ao longo da noite.
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