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	<title>Brechó do Carioca &#187; cinema</title>
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		<title>O amor não tem fim</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 21:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TweetLate Bloomers &#8211; O amor não tem fim, esse é o título de um filme que assisti. Uma comédia dramática que conta a história de um casal que se aproxima dos sessenta anos de idade. O marido, arquiteto, tenta se manter jovem e atualizado, enquanto a esposa, procura se adaptar à terceira idade. Tudo isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3089" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fliteratura%2Fo-amor-nao-tem-fim%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=O%20amor%20n%C3%A3o%20tem%20fim&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fliteratura%2Fo-amor-nao-tem-fim%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: justify;">Late Bloomers &#8211; O amor não tem fim, esse é o título de um filme que assisti.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma comédia dramática que conta a história de um casal que se aproxima dos sessenta anos de idade. O marido, arquiteto, tenta se manter jovem e atualizado, enquanto a esposa, procura se adaptar à terceira idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso, gera vários conflitos entre o casal. Mas o mais interessante é como eles se conversam pelo olhar. Sem dizer nenhuma palavra, só pelo modo de olhar, por um leve inclinar de cabeça e com gestos sutis das mãos, frases inteiras são ditas. O casal trava diálogos apenas com os olhares. Uma intimidade ímpar, que acredito que o tempo de convivência pode trazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode soar estranho no mundo machista em que vivemos onde homens devem gostar somente de tiros e explosões, mas eu gosto de comédias dramáticas. Existe sensação melhor do que quando estamos com os olhos cheios de lágrimas e surge uma cena que nos faz rir? Eu não conheço.</p>
<p style="text-align: justify;">Choro e riso é o que acontece quando somos dominados pela emoção, não tem nada mais forte, a razão vai toda por terra. Pra mim, aprender a desfrutar do riso e do choro é o que nos torna melhor. O cinema estava bem vazio. Num mundo perfeito, acredito que mais pessoas gostariam de comédias dramáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao filme, embora eu ainda esteja na casa dos trinta, me identifiquei muito com o casal. Sempre penso no meu envelhecimento, acompanho o envelhecimento dos meus pais. Imagino meus filhos crescidos e com autonomia. Ainda me lembro de um poema que escrevi para minha esposa, quando ainda namorávamos, contando como seríamos no futuro, um casal de velhinhos apaixonados. Foi um dos meus primeiros poemas.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma um pouco adolescente e com rimas bem duvidosas, o poema falava sobre essa intimidade, onde um olhar basta para se fazer entender. Falava também da companhia, que nenhuma outra atividade, nem a literatura, é capaz de suprir ou superar. E o filme, também falava de tudo isso com belas imagens, ótimas interpretações e diálogos fortes. É um filme delicioso de se ver, leve e comovente ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mundo perfeito eu choraria no final, mas no mundo machista em que vivemos, esperei os créditos passarem, respirei fundo e sai firme do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><iframe width="500" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/SctIoYGTyD4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Dica de filme: Persépolis</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 23:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet No começo achei se tratar daqueles filmes arte que só o diretor entende. Eu estava totalmente errado. A animação é ótima, te prende cada segundo da história. Persépolis tem a favor do seu roteiro toda a história política recente do Irã, a Guerra Irã-Iraque, etc. A animação dá o tom poético pra história. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2523" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fdesign%2Fdica-de-filme-persepolis%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=Dica%20de%20filme%3A%20Pers%C3%A9polis&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fdesign%2Fdica-de-filme-persepolis%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/LfS9kn_Q7r4" frameborder="0" width="500" height="314"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">No começo achei se tratar daqueles filmes arte que só o diretor entende. Eu estava totalmente errado. A animação é ótima, te prende cada segundo da história.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Persépolis tem a favor do seu roteiro toda a história política recente do Irã, a Guerra Irã-Iraque, etc</strong>. A animação dá o tom poético pra história. No final, eu estava boquiaberto, vendo as letrinhas do crédito subindo e sem acreditar no que acabava de ver.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O filme é ótimo, sensacional</strong>. Se você gosta de conhecer o que acontece no mundo e tem pelo menos um grama de sensibilidade, vai adorar. <strong>Esse é daqueles filmes que quando você acaba de assistir quer que todos à sua volta assistam também</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Link para download do Filme – Persepolis – <a href="http://t.co/B2egCeZ" rel="nofollow">http://t.co/B2egCeZ</a> (valeu pela contribuição nos comentários Rogério).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
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		<title>CORTADOS: Mostra de Curtas Argentina-Brasil em Sumaré</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 00:19:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tweet Cortados é um festival de curtas-metragens que surgiu no noroeste argentino da necessidade de disseminar encontros audiovisuais fora das grandes metrópoles urbanas. Sua primeira edição se realizou em bares de Tucumán e a segunda se ampliou aos Centros Culturais da cidade, acolhendo oficinas e o encontro da Rede Andina de Video. Entre os objetivos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2479" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fmundo%2Fcortados-mostra-de-curtas-argentina-brasil-em-sumare%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=CORTADOS%3A%20Mostra%20de%20Curtas%20Argentina-Brasil%20em%20Sumar%C3%A9&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fmundo%2Fcortados-mostra-de-curtas-argentina-brasil-em-sumare%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2011/07/viewer.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2480" title="viewer" src="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2011/07/viewer-500x826.jpg" alt="" width="470" height="776" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Cortados é um festival de curtas-metragens que surgiu no noroeste argentino da necessidade de disseminar encontros audiovisuais fora das grandes metrópoles urbanas. Sua primeira edição se realizou em bares de Tucumán e a segunda se ampliou aos Centros Culturais da cidade, acolhendo oficinas e o encontro da Rede Andina de Video. Entre os objetivos principais do Festival estão a difusão de materiais audiovisuais, o intercâmbio cultural entre realizadores e um espaço aberto a palestras e workshops de capacitação. Todas as suas atividades são sempre gratuitas. Em 2011 o Festival realiza a sua primeira mostra itinerante, tendo em vista expandir os circuitos alternativos audiovisuais, disseminar a produção latinoamerica e ampliar os espaço de troca. Os curtas de edições anteriores serão levados a outros países da América Latina, onde novas convocatórias serão feitas; exibindo seleções anteriores e inéditas e aumentando a mostra a cada nova edição. O primeiro encontro internacional será realizado no Brasil com o nome de “Cortados &#8211; Mostra de Curtas Brasil-Argentina”, realizado em parceria com a produtora Filing em quatro localidades do interior paulista. Ao fim do ano, o Festival retorna a Tucumán com uma mostra Latinoamerica: realizando um panorama de suas viagens e da produção audiovisual contemporânea. Em cada país onde a mostra se apresente viajarão oficineiros e pelo menos um realizador da Rede Andina de Vídeo. A rede está formada por realizadores e gestores culturais do noroeste argentino e prima em fortalecer laços entre realizadores e as políticas dos setores audiovisuais da região. Almeja-se para estes encontros a criação de parcerias que extrapolem fronteiras. De Cortados acreditamos que é primordial a democratização da comunicação para o desenvolvimento e a liberdade dos povos da América Latina. O intercambio cultural que proporciona uma mostra deste tipo, e todas as atividades ao seu redor visam este fim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CURTAS SELECIONADOS DA ARGENTINA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">El Hombre Internet por Adrián Pablo Schembri de Tucumán</p>
<p style="text-align: justify;">Maria por Javier A. Herrera de Catamarca</p>
<p style="text-align: justify;">Fe Crew por Santiago Alvarez de Salta</p>
<p style="text-align: justify;">Eureka! por Ana Inés Flores de Tucumán</p>
<p style="text-align: justify;">Me Parecio Entonces… Vol. II por Paola Nucci de Tucumán</p>
<p style="text-align: justify;">The Actress, Censura y Castigo por Juan Jose Lopez-Carlos Vilaro Nadal de Tucumán</p>
<p style="text-align: justify;">Elvira en el Río Loro por José Villafañes de Tucumán</p>
<p style="text-align: justify;">La Caza de los Corsarios por Cristian Bustos de Catamarca</p>
<p style="text-align: justify;">Las 40 por Adrian Ogando de Jujuy</p>
<p style="text-align: justify;">Puertas Nomades por Manuel Enrique Landsman de Santiago del Estero</p>
<p style="text-align: justify;">Taquiña por Bernardo Vides de Tucumán</p>
<p style="text-align: justify;">Ultimo Lugar por Diego Jiménez de Catamarca</p>
<p style="text-align: justify;">Sabanas Marrones por Daniel Gerezv de Santiago del Estero</p>
<p style="text-align: justify;">El Destino por Maria Fernanda Canseco de Ujuy</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OFICINA DE ROTEIRO PARA DOCUMENTÁRIO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Início as 13h do dia 08 de agosto. O ministrante será um convidado argentino.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SÃO 20 VAGAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inscrições:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tel 19 38731566</p>
<p style="text-align: justify;">email thialvesdelima@gmail.com, favor informar nome, telefone e cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Cortados no Facebook" href="http://www.facebook.com/event.php?eid=135741506508478" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">CORTADOS NO FACEBOOK</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Como chegar - mapa do lugar" href="http://maps.google.com.br/maps?q=Avenida+Brasil%2C+n%C2%BA++1111+Nova+Veneza+Sumar%C3%A9+SP&amp;hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;ll=-22.811789%2C-47.22486&amp;spn=0.0108%2C0.013797&amp;sll=-14.239424%2C-53.186502&amp;sspn=45.353562%2C56.513672&amp;t=h&amp;z=16" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">COMO CHEGAR?</span></a></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Tango de Zbigniew Rybczyński</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 10:55:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[TweetGanhador do Oscar de melhor curta de animação em 1983, &#8220;Tango&#8221; do polonês Zbigniew Rybczyński apresenta um único cenário onde as mesmas ações, cada vez mais absurdas, vão se repetindo até que nada menos que 36 figuras lotem o filme. Em oito minutos, vários estágios da vida de homens e mulheres passam pela tela sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2166" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fideiasusadas%2Ftango-de-zbigniew-rybczynski%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=Tango%20de%20Zbigniew%20Rybczy%C5%84ski&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fideiasusadas%2Ftango-de-zbigniew-rybczynski%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: justify;"><strong>Ganhador do Oscar</strong> de melhor curta de <strong>animação </strong>em 1983, <strong>&#8220;Tango&#8221; do polonês Zbigniew Rybczyński</strong> apresenta um único cenário onde as mesmas ações, cada vez mais absurdas, vão se repetindo até que nada menos que 36 figuras lotem o filme. Em oito minutos, vários estágios da vida de homens e mulheres passam pela tela sempre reproduzindo os mesmos gestos.</p>
<p style="text-align: justify;">Copiei do <a title="Tango" href="http://www.sedentario.org/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Sedentário</span></a>.</p>
<p><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="422" src="http://blip.tv/play/AYGT7h4C" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></p>
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		<title>Então a culpa é de deus?</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 09:27:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[TweetEssa é uma campanha, infeliz na minha opinião, contra o Torrent. Se deus está matando os cinemas, vamos fazer como Nietzsche, matemos deus. Se é que Jesus deixou algum ensinamento, acho que seria o da multiplicação do pão, dos CDs, da cultura, da arte e não apenas dos dólares daqueles que se dizem donos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton439" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fmundo%2Fentao-a-culpa-e-de-deus%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=Ent%C3%A3o%20a%20culpa%20%C3%A9%20de%20deus%3F&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fmundo%2Fentao-a-culpa-e-de-deus%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Essa é uma campanha, infeliz na minha opinião, contra o<strong> Torrent</strong>. Se deus está matando os cinemas, vamos fazer como Nietzsche, matemos deus.</p>
<p><a href="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/11/torrent.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-440" title="torrent" src="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/11/torrent.jpg" alt="torrent" width="500" height="375" /></a></p>
<p><strong>Se é que Jesus deixou algum ensinamento</strong>, acho que seria o da multiplicação do pão, dos CDs, da cultura, da arte e não apenas dos dólares daqueles que se dizem donos da arte.</p>
<p>Como sempre é a &#8220;verdade&#8221; e o &#8220;divino&#8221; sendo usados como instrumentos da moral da classe dominante, nesse caso o divino é só pra chamar a atenção mesmo. <strong>Assim disse o nosso truta (Nietzsche)</strong>.</p>
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		<title>UP no cinema &#8211; #ficadica</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 01:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TweetDe repente, olhamos para o final da praça de alimentação e resolvemos ir ao cinema. O Pedro nunca tinha ido, ficou com medo do escuro no início, mas quando a tela começou a apresentar desenhos, ele logo se animou. Assistimos UP &#8211; Altas Aventuras, é ótimo. Já comecei rindo porque me lembrei do padre baloeiro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton252" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fvideo%2Fup-no-cinema-ficadica%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=UP%20no%20cinema%20%26%238211%3B%20%23ficadica&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fvideo%2Fup-no-cinema-ficadica%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>De repente, olhamos para o final da praça de alimentação e resolvemos ir ao cinema. O Pedro nunca tinha ido, ficou com medo do escuro no início, mas quando a tela começou a apresentar desenhos, ele logo se animou. Assistimos UP &#8211; Altas Aventuras, é ótimo.<br />
Já comecei rindo porque me lembrei do <strong>padre baloeiro</strong>. Embora, no fundo a história de UP também seja triste, é fácil dar boas risadas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dvvKf-CSql4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/dvvKf-CSql4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Ah, esqueci de dizer <strong>o que realmente nos convenceu a entrar no cinema</strong>. Vimos uma foto do Luciano Huck segurando o cartão do banco dele numa propaganda que dizia que o banco racha o ingresso com você. Por coincidência meu banco é o mesmo dele, as contas devem ser bem diferentes, mas&#8230; Devido ao horário e à promoção do &#8220;bondoso&#8221; banco, <strong>só pagamos R$ 15 pra ver o filme (R$ 5 cada um)</strong> todos nós pagamos meia e nos divertimos pra valer. #ficadica</p>
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		<title>Estréia: Che 2 &#8211; A Guerrilha</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 14:21:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tweet Agora, se passa na Bolívia. Quando Che Guevara tentava levar a revolução a toda América Latina. Independente de visão política eu gostei e recomendo o primeiro filme. Primeiro porque dá uma quebrada no mito CHE, que no fundo é apenas um idealista que acreditava e realizou parte do seu sonho. Segundo porque mostrou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton247" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fsem-categoria%2Festreia-che-2-a-guerrilha%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=Estr%C3%A9ia%3A%20Che%202%20%26%238211%3B%20A%20Guerrilha&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fsem-categoria%2Festreia-che-2-a-guerrilha%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LOy9ta5dwn8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/LOy9ta5dwn8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Agora, se passa na Bolívia. Quando Che Guevara tentava levar a revolução a toda América Latina. Independente de visão política eu gostei e recomendo o primeiro filme. Primeiro porque dá uma quebrada no mito CHE, que no fundo é apenas um idealista que acreditava e realizou parte do seu sonho.</p>
<p><a href="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/08/camilo-cienfuegos-PB.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-24" title="Camilo Cienfuegos" src="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/08/camilo-cienfuegos-PB-150x150.jpg" alt="camilo-cienfuegos-PB" width="150" height="150" /></a>Segundo porque mostrou um pouco mais dos outros envolvidos na revolução. Mostrou <a title="Wikipedi - Camilo Cienfuegos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Camilo_Cienfuegos" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Camilo Cienfuegos</span></a>, um anarquista quase tão popular ou mais do que Che durante a revolução. Ele morreu de forma misteriosa um ano após a revolução, seu avião desapareceu. Dizem que foi traição do governo comunista. Pra quem não sabe, anarquismo e comunismo não é a mesma coisa.</p>
<p>Pretendo assistir a segunda parte. Gosto de histórias assim. Onde o foco não fica nos aviões, no sangue e nas mortes, mas sim nas histórias e fatos de uma dura realidade. Pra inspirar, veja abaixo o discurso de Che Guevara na ONU.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zRy2eBY-2hQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/zRy2eBY-2hQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>La teta asustada &#8211; Realismo mágico e realidade dura no Peru</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:01:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[TweetFilme vencedor do Festival de Berlim deste ano, o peruano &#8221; La Teta Asustada” mostra realidade que já foi vivida no país, a partir do cotidiano de Fausta (Magali Solier) que “contrai” doença transmitida pelo leite materno das mulheres vítimas de violência sexual entre as décadas de 60 e 70 no país andino. - por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton238" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fideiasusadas%2Fla-teta-asustada-realismo-magico-e-realidade-dura-no-peru%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=La%20teta%20asustada%20%26%238211%3B%20Realismo%20m%C3%A1gico%20e%20realidade%20dura%20no%20Peru&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fideiasusadas%2Fla-teta-asustada-realismo-magico-e-realidade-dura-no-peru%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Filme vencedor do Festival de Berlim deste ano, o peruano &#8221; La Teta Asustada” mostra realidade que já foi vivida no país, a partir do cotidiano de Fausta (Magali Solier) que “contrai” doença transmitida pelo leite materno das mulheres vítimas de violência sexual entre as décadas de 60 e 70 no país andino.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hAxBkfBBTTI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/hAxBkfBBTTI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>- por <em>Daniela Gillone</em></p>
<p><a href="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/09/la-teta-asustada-2008.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-239 alignleft" title="la-teta-asustada-(2008)" src="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/09/la-teta-asustada-2008-150x150.jpg" alt="la-teta-asustada-(2008)" width="150" height="150" /></a> “La teta asustada” conta a história de mulheres peruanas que foram estupradas durante a ditadura militar no Peru, mostrando o trágico do imaginário andino e a conflituosa relação das diferenças sociais no país. O filme é um espelho da realidade vivida no Peru, onde a dominação por parte da população privilegiada sobre os nativos é revelada com a paisagem típica do subdesenvolvimento peruano, com andinos entre as colinas e as longas escadarias que levam a outras colinas, em contraste com o contexto urbano da cidade Lima, com pessoas letradas e endinheiradas.</p>
<p>A ficção que a cineasta peruana Claudia Llosa constrói com a complexa relação entre mãe e filha, originárias das comunidades indígenas andinas que migram para a cidade, deixa latente o pânico gerado pela violência sexual. É através da doença “la teta asustada”, contraída pelo leite materno, que a personagem cria um universo próprio como forma de se proteger do mundo externo.</p>
<p><span id="more-238"></span></p>
<p>A subjetividade vivida por Fausta, com canções e gestos entre as pérolas e flores que guarda, e a aspiração por levar o corpo da mãe ao povoado onde viveu, se aproxima de Selma, personagem vivida por Björk, em Dançando no Escuro (Dancer in the Dark, 2000). Ambas as personagens que vivem entre situação trágica e mundo imaginário têm um objetivo que as desafiam na superação da realidade: Selma com a dança e encenações ante a necessidade de conseguir dinheiro para tratar a doença do filho, e Fausta, com flores, pérolas e canções que a encorajam no trabalho como doméstica para financiar o funeral da mãe.</p>
<p>O filme inicia com planos-sequências da mãe de Fausta, entoando canções andinas, e da casa em que mora com o tio que organiza festas de casamentos. Aparece também o momento em que a família está fazendo os preparativos para o matrimônio da filha, e Fausta desmaia por presenciar a morte súbita da mãe. Tal situação a leva ao hospital e a obriga a enfrentar seus medos para conseguir realizar um funeral digno e também se livrar do segredo que oculta em seu corpo: uma batata na vagina como escudo para se proteger de um possível abuso sexual.A frase “Los infectados (por la teta asustada) nacen sin alma, porque del susto se escondió en la tierra”  proferida pelo tio de Fausta, para justificar ao médico o porque da sobrinha ter introduzido uma batata na vagina como defesa, mostra a relação do povo andino com a terra e também o que o acontecimento, a violação de mulheres durante o conflito armado entre as décadas de 60 e 70 no Peru, fez com o imaginário popular andino. O susto que essas mulheres andinas passaram, ao serem violadas e engravidadas por militares, se torna uma patologia que para nós é vista como um mito, mas no imaginário andino toma uma proporção capaz de trazer os sintomas para o leite materno.</p>
<p>O susto que se escondeu na terra, e por conseqüência o sintoma de Fausta, é revelado na relação dramática entre seu espírito, que traz o pranto vivido pela mãe, e seu físico, que traz uma infecção por ter introduzido uma batata na vagina para se proteger a qualquer situação que possa remetê-la ao passado da violação.</p>
<p>A força que Fausta concentra para conquistar seu objetivo; trabalhar como doméstica para conseguir dinheiro para o enterro da mãe, que é embalsamada e guardada dentro da casa, é o que engrandece a personagem que, no final, consegue trazer rupturas aos padrões de seu comportamento construído como filha de mulher andina que foi violada e contaminada pelo medo. A história trágica ganha beleza e poesia com o realismo mágico. A dura realidade do medo que Fausta sente por ter de andar sozinha entre a cidade e colinas, trabalhar na casa de uma mulher rica e interesseira, não se aproximar da presença masculina, e tirar o tumor que a batata causou em sua vagina se dissolve entre as dunas, quando salta aos gritos, carregando sua mãe embalsamada até o banco do mar. É essa rota de sua liberação que nos traz a necessidade de conhecer parte da história andina.</p>
<p>Para opovo andino, a batata, quesignifica vida, é a base de sua alimentação. No mundo simbólico de Fausta, o princípio do povo andino é o fim para sua proteção. São vários os significados atribuídos à batata no filme: desde sua utilização nos quintais e nas festas de matrimônios como a de proteção em uma vagina jovem, mostrando o imaginário coletivo do medo sobre a violência sexual que houve no conflito armado. A proposta de Llosa não se opõe ou inventa uma realidade, só faz um recorte de uma memória que ficou esquecida para o peruano.</p>
<p>A diretora comenta que seu interesse por criar a ficção surgiu ao conhecer a história do conflito armado, enquanto pesquisava em uma biblioteca nos Estados Unidos sobre o povo andino. Antes de realizar o filme, Llosa constatou que os anos de ditadura no país deixaram as mulheres violadas tomadas por um susto que, no imaginário andino, ainda permanece sobre a terra.</p>
<p>O filme também revela o matrimônio como necessidade social do povo andino, mostrando como parte da população se casa. É com as cenas das festas populares que a diretora constrói, com realismo mágico, o imaginário andino. Mostra a felicidade desses povos se casando, em contraponto à negação que a personagem principal constrói para aspirar um matrimônio.</p>
<p><em>Daniela Gillone é jornalista e coordena o curso de extensão universitária Cinema e Identidade, promovido pelo Memorial da América Latina.</em> <span style="text-decoration: underline;">danielagillone@gmail.com</span></p>
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