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	<title>Brechó do Carioca &#187; filme</title>
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		<title>O amor não tem fim</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 21:50:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TweetLate Bloomers &#8211; O amor não tem fim, esse é o título de um filme que assisti. Uma comédia dramática que conta a história de um casal que se aproxima dos sessenta anos de idade. O marido, arquiteto, tenta se manter jovem e atualizado, enquanto a esposa, procura se adaptar à terceira idade. Tudo isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton3089" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fliteratura%2Fo-amor-nao-tem-fim%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=O%20amor%20n%C3%A3o%20tem%20fim&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fliteratura%2Fo-amor-nao-tem-fim%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: justify;">Late Bloomers &#8211; O amor não tem fim, esse é o título de um filme que assisti.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma comédia dramática que conta a história de um casal que se aproxima dos sessenta anos de idade. O marido, arquiteto, tenta se manter jovem e atualizado, enquanto a esposa, procura se adaptar à terceira idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso, gera vários conflitos entre o casal. Mas o mais interessante é como eles se conversam pelo olhar. Sem dizer nenhuma palavra, só pelo modo de olhar, por um leve inclinar de cabeça e com gestos sutis das mãos, frases inteiras são ditas. O casal trava diálogos apenas com os olhares. Uma intimidade ímpar, que acredito que o tempo de convivência pode trazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode soar estranho no mundo machista em que vivemos onde homens devem gostar somente de tiros e explosões, mas eu gosto de comédias dramáticas. Existe sensação melhor do que quando estamos com os olhos cheios de lágrimas e surge uma cena que nos faz rir? Eu não conheço.</p>
<p style="text-align: justify;">Choro e riso é o que acontece quando somos dominados pela emoção, não tem nada mais forte, a razão vai toda por terra. Pra mim, aprender a desfrutar do riso e do choro é o que nos torna melhor. O cinema estava bem vazio. Num mundo perfeito, acredito que mais pessoas gostariam de comédias dramáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao filme, embora eu ainda esteja na casa dos trinta, me identifiquei muito com o casal. Sempre penso no meu envelhecimento, acompanho o envelhecimento dos meus pais. Imagino meus filhos crescidos e com autonomia. Ainda me lembro de um poema que escrevi para minha esposa, quando ainda namorávamos, contando como seríamos no futuro, um casal de velhinhos apaixonados. Foi um dos meus primeiros poemas.</p>
<p style="text-align: justify;">De forma um pouco adolescente e com rimas bem duvidosas, o poema falava sobre essa intimidade, onde um olhar basta para se fazer entender. Falava também da companhia, que nenhuma outra atividade, nem a literatura, é capaz de suprir ou superar. E o filme, também falava de tudo isso com belas imagens, ótimas interpretações e diálogos fortes. É um filme delicioso de se ver, leve e comovente ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mundo perfeito eu choraria no final, mas no mundo machista em que vivemos, esperei os créditos passarem, respirei fundo e sai firme do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><iframe width="500" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/SctIoYGTyD4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>de skate em Paris</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 19:02:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tweet éS presents: John Tanner, A Week In Paris from éS Europe on Vimeo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2646" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fmundo%2Fde-skate-em-paris%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=de%20skate%20em%20Paris&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fmundo%2Fde-skate-em-paris%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/28023982?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="500" height="281" frameborder="0"></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/28023982">éS presents: John Tanner, A Week In Paris</a> from <a href="http://vimeo.com/eseurope">éS Europe</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>O que é tristeza para você?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 10:27:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[TweetMuitos filósofos defenderam que não exatamente a tristeza, mas a angústia é um sentimento positivo. Pois é a partir dela que encontramos força e direção para seguir em frente. Quando você está triste, pode não saber o que quer, mas sabe exatamente o que não quer. Se você as vezes fica muito puto da vida, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton2003" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fvideo%2Fo-que-e-tristeza-para-voce%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=O%20que%20%C3%A9%20tristeza%20para%20voc%C3%AA%3F&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fvideo%2Fo-que-e-tristeza-para-voce%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: justify;">Muitos filósofos defenderam que não exatamente a tristeza, mas a angústia é um sentimento positivo. Pois é a partir dela que encontramos força e direção para seguir em frente. Quando você está triste, pode não saber o que quer, mas sabe exatamente o que não quer.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você as vezes fica muito puto da vida, ou simplesmente, em certas situações não tem vontade de sorrir, fique tranquilo. Você não é uma aberração da natureza. Você é apenas humano.</p>
<p style="text-align: justify;">É contra essa obrigatoriedade de ser feliz, seja com seu carro, sua roupa ou na lanchonete com os amigos que parece brincar o projeto do <a title="Thomas Tristonho" href="http://www.thomastristonho.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Thomas Tristonho</span></a>. Gostei muito do vídeo abaixo, de um artesão falando sobre tristeza.</p>
<p>&nbsp;<br />
<iframe src="http://player.vimeo.com/video/17766031" width="486" height="273" frameborder="0"></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/17766031">Hélio Leites</a> from <a href="http://vimeo.com/user1336552">Cesar Nery</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>Curta: Los Gritones, de Roberto Pérez Toledo</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 20:03:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[TweetInteligente, romântico, constrangedor e divertido. Tudo isso em apenas 1&#8217;16&#8243;. Curta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton1557" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fvideo%2Fcurta-los-gritones-de-roberto-perez-toledo%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=Curta%3A%20Los%20Gritones%2C%20de%20Roberto%20P%C3%A9rez%20Toledo&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fvideo%2Fcurta-los-gritones-de-roberto-perez-toledo%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Inteligente, romântico, constrangedor e divertido. Tudo isso em apenas 1&#8217;16&#8243;. Curta.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="306" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7EHO7Q8FjsM?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" src="http://www.youtube.com/v/7EHO7Q8FjsM?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Estréia: Che 2 &#8211; A Guerrilha</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 14:21:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tweet Agora, se passa na Bolívia. Quando Che Guevara tentava levar a revolução a toda América Latina. Independente de visão política eu gostei e recomendo o primeiro filme. Primeiro porque dá uma quebrada no mito CHE, que no fundo é apenas um idealista que acreditava e realizou parte do seu sonho. Segundo porque mostrou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton247" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fsem-categoria%2Festreia-che-2-a-guerrilha%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=Estr%C3%A9ia%3A%20Che%202%20%26%238211%3B%20A%20Guerrilha&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fsem-categoria%2Festreia-che-2-a-guerrilha%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/LOy9ta5dwn8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/LOy9ta5dwn8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Agora, se passa na Bolívia. Quando Che Guevara tentava levar a revolução a toda América Latina. Independente de visão política eu gostei e recomendo o primeiro filme. Primeiro porque dá uma quebrada no mito CHE, que no fundo é apenas um idealista que acreditava e realizou parte do seu sonho.</p>
<p><a href="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/08/camilo-cienfuegos-PB.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-24" title="Camilo Cienfuegos" src="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/08/camilo-cienfuegos-PB-150x150.jpg" alt="camilo-cienfuegos-PB" width="150" height="150" /></a>Segundo porque mostrou um pouco mais dos outros envolvidos na revolução. Mostrou <a title="Wikipedi - Camilo Cienfuegos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Camilo_Cienfuegos" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Camilo Cienfuegos</span></a>, um anarquista quase tão popular ou mais do que Che durante a revolução. Ele morreu de forma misteriosa um ano após a revolução, seu avião desapareceu. Dizem que foi traição do governo comunista. Pra quem não sabe, anarquismo e comunismo não é a mesma coisa.</p>
<p>Pretendo assistir a segunda parte. Gosto de histórias assim. Onde o foco não fica nos aviões, no sangue e nas mortes, mas sim nas histórias e fatos de uma dura realidade. Pra inspirar, veja abaixo o discurso de Che Guevara na ONU.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zRy2eBY-2hQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/zRy2eBY-2hQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>La teta asustada &#8211; Realismo mágico e realidade dura no Peru</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:01:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[TweetFilme vencedor do Festival de Berlim deste ano, o peruano &#8221; La Teta Asustada” mostra realidade que já foi vivida no país, a partir do cotidiano de Fausta (Magali Solier) que “contrai” doença transmitida pelo leite materno das mulheres vítimas de violência sexual entre as décadas de 60 e 70 no país andino. - por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton238" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fideiasusadas%2Fla-teta-asustada-realismo-magico-e-realidade-dura-no-peru%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=La%20teta%20asustada%20%26%238211%3B%20Realismo%20m%C3%A1gico%20e%20realidade%20dura%20no%20Peru&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fideiasusadas%2Fla-teta-asustada-realismo-magico-e-realidade-dura-no-peru%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>Filme vencedor do Festival de Berlim deste ano, o peruano &#8221; La Teta Asustada” mostra realidade que já foi vivida no país, a partir do cotidiano de Fausta (Magali Solier) que “contrai” doença transmitida pelo leite materno das mulheres vítimas de violência sexual entre as décadas de 60 e 70 no país andino.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hAxBkfBBTTI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/hAxBkfBBTTI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>- por <em>Daniela Gillone</em></p>
<p><a href="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/09/la-teta-asustada-2008.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-239 alignleft" title="la-teta-asustada-(2008)" src="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/09/la-teta-asustada-2008-150x150.jpg" alt="la-teta-asustada-(2008)" width="150" height="150" /></a> “La teta asustada” conta a história de mulheres peruanas que foram estupradas durante a ditadura militar no Peru, mostrando o trágico do imaginário andino e a conflituosa relação das diferenças sociais no país. O filme é um espelho da realidade vivida no Peru, onde a dominação por parte da população privilegiada sobre os nativos é revelada com a paisagem típica do subdesenvolvimento peruano, com andinos entre as colinas e as longas escadarias que levam a outras colinas, em contraste com o contexto urbano da cidade Lima, com pessoas letradas e endinheiradas.</p>
<p>A ficção que a cineasta peruana Claudia Llosa constrói com a complexa relação entre mãe e filha, originárias das comunidades indígenas andinas que migram para a cidade, deixa latente o pânico gerado pela violência sexual. É através da doença “la teta asustada”, contraída pelo leite materno, que a personagem cria um universo próprio como forma de se proteger do mundo externo.</p>
<p><span id="more-238"></span></p>
<p>A subjetividade vivida por Fausta, com canções e gestos entre as pérolas e flores que guarda, e a aspiração por levar o corpo da mãe ao povoado onde viveu, se aproxima de Selma, personagem vivida por Björk, em Dançando no Escuro (Dancer in the Dark, 2000). Ambas as personagens que vivem entre situação trágica e mundo imaginário têm um objetivo que as desafiam na superação da realidade: Selma com a dança e encenações ante a necessidade de conseguir dinheiro para tratar a doença do filho, e Fausta, com flores, pérolas e canções que a encorajam no trabalho como doméstica para financiar o funeral da mãe.</p>
<p>O filme inicia com planos-sequências da mãe de Fausta, entoando canções andinas, e da casa em que mora com o tio que organiza festas de casamentos. Aparece também o momento em que a família está fazendo os preparativos para o matrimônio da filha, e Fausta desmaia por presenciar a morte súbita da mãe. Tal situação a leva ao hospital e a obriga a enfrentar seus medos para conseguir realizar um funeral digno e também se livrar do segredo que oculta em seu corpo: uma batata na vagina como escudo para se proteger de um possível abuso sexual.A frase “Los infectados (por la teta asustada) nacen sin alma, porque del susto se escondió en la tierra”  proferida pelo tio de Fausta, para justificar ao médico o porque da sobrinha ter introduzido uma batata na vagina como defesa, mostra a relação do povo andino com a terra e também o que o acontecimento, a violação de mulheres durante o conflito armado entre as décadas de 60 e 70 no Peru, fez com o imaginário popular andino. O susto que essas mulheres andinas passaram, ao serem violadas e engravidadas por militares, se torna uma patologia que para nós é vista como um mito, mas no imaginário andino toma uma proporção capaz de trazer os sintomas para o leite materno.</p>
<p>O susto que se escondeu na terra, e por conseqüência o sintoma de Fausta, é revelado na relação dramática entre seu espírito, que traz o pranto vivido pela mãe, e seu físico, que traz uma infecção por ter introduzido uma batata na vagina para se proteger a qualquer situação que possa remetê-la ao passado da violação.</p>
<p>A força que Fausta concentra para conquistar seu objetivo; trabalhar como doméstica para conseguir dinheiro para o enterro da mãe, que é embalsamada e guardada dentro da casa, é o que engrandece a personagem que, no final, consegue trazer rupturas aos padrões de seu comportamento construído como filha de mulher andina que foi violada e contaminada pelo medo. A história trágica ganha beleza e poesia com o realismo mágico. A dura realidade do medo que Fausta sente por ter de andar sozinha entre a cidade e colinas, trabalhar na casa de uma mulher rica e interesseira, não se aproximar da presença masculina, e tirar o tumor que a batata causou em sua vagina se dissolve entre as dunas, quando salta aos gritos, carregando sua mãe embalsamada até o banco do mar. É essa rota de sua liberação que nos traz a necessidade de conhecer parte da história andina.</p>
<p>Para opovo andino, a batata, quesignifica vida, é a base de sua alimentação. No mundo simbólico de Fausta, o princípio do povo andino é o fim para sua proteção. São vários os significados atribuídos à batata no filme: desde sua utilização nos quintais e nas festas de matrimônios como a de proteção em uma vagina jovem, mostrando o imaginário coletivo do medo sobre a violência sexual que houve no conflito armado. A proposta de Llosa não se opõe ou inventa uma realidade, só faz um recorte de uma memória que ficou esquecida para o peruano.</p>
<p>A diretora comenta que seu interesse por criar a ficção surgiu ao conhecer a história do conflito armado, enquanto pesquisava em uma biblioteca nos Estados Unidos sobre o povo andino. Antes de realizar o filme, Llosa constatou que os anos de ditadura no país deixaram as mulheres violadas tomadas por um susto que, no imaginário andino, ainda permanece sobre a terra.</p>
<p>O filme também revela o matrimônio como necessidade social do povo andino, mostrando como parte da população se casa. É com as cenas das festas populares que a diretora constrói, com realismo mágico, o imaginário andino. Mostra a felicidade desses povos se casando, em contraponto à negação que a personagem principal constrói para aspirar um matrimônio.</p>
<p><em>Daniela Gillone é jornalista e coordena o curso de extensão universitária Cinema e Identidade, promovido pelo Memorial da América Latina.</em> <span style="text-decoration: underline;">danielagillone@gmail.com</span></p>
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		<title>A Era da Estupidez &#8211; The Age of Stupid</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 22:05:59 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="tweetbutton183" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fecologia%2Fa-era-da-estupidez-age-of-stupid%2F&amp;via=luizcarioca&amp;text=A%20Era%20da%20Estupidez%20%26%238211%3B%20The%20Age%20of%20Stupid&amp;related=luizcarioca&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.brechodocarioca.com%2Fecologia%2Fa-era-da-estupidez-age-of-stupid%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.brechodocarioca.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p>A arte vai salvar o mundo, e o <a title="Era da Estupidez - Age of Stupid" href="http://www.ageofstupid.net/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">The Age of Stupid</span></a> é mais um passo nessa direção. Trata-se de um híbrido de documentário-drama-animação com participações pesadas como Thom Yorke do Radiohead, o ator Pete Postlethwaite e outras figuras mundiais, que estréia no dia 21 de setembro de 2009.</p>
<p><a href="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/09/Imagem1.png"><img class="size-thumbnail wp-image-185 alignleft" title="Imagem1" src="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/09/Imagem1-150x150.png" alt="Imagem1" width="150" height="150" /></a><br />
Depois da Era do Gelo, acho que A Era da Estupidez (The Age of Stupid) é um recado pros pais. Se você fica bravo com o seu filho porque ele bateu o carro, o que você vai dizer pros filhos dele quando verem que você não fez nada pelo mundo? Quando eles souberem que vivem num inferno só porque você tinha que trocar de carro todo ano? Porque tinha que trocar de celular 3 vezes ao ano.<br />
Acredito que a maior mensagem aí, é dizer que somos incompetentes porque queremos. O pior cego é o que não quer ver. Se você planeja comprar uma casa, ou um sítio, não venha me dizer que não se preocupa com o meio ambiente. Se você faz planos para o ano que vem, pense no meio ambiente. Repito: <strong>o planeta não precisa de você, é você que precisa dele, cara pálida.</strong></p>
<p><a href="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/09/InterfaceStill_forPrint_Nov14_HDPete01.preview.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-184" title="InterfaceStill_forPrint_Nov14_HDPete01.preview" src="http://www.brechodocarioca.com/wp-content/uploads/2009/09/InterfaceStill_forPrint_Nov14_HDPete01.preview-300x168.jpg" alt="InterfaceStill_forPrint_Nov14_HDPete01.preview" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Além de tudo, a plataforma do site e da divulgação do filme é muito interessante. Tem várias maneiras de colaboração, tanto para colaboração e divulgação quanto pra exibição mesmo. Vale a pena conhecer e navegar um pouco. um projeto inovador. Mais um passo a caminho da arte livre.</p>
<p>Veja o trailer abaixo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=6452174&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="225" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=6452174&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://vimeo.com/6452174">The Age of Stupid Global Trailer w/Brazilian Portuguese subtitles</a> from <a href="http://vimeo.com/ageofstupid">Age of Stupid</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<div><a title="Locais de exibição - Age of Stupid" href="http://www.ageofstupid.net/screenings/country/Brazil" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Confira onde o filme vai passar aqui no Brasil</span></a>.</div>
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