Dá uma olhadinha no que esse cara fez. Olha como ele cobrou o pênalti, que catiguria.
Ele é da seleção sub-19 da Espanha. Será a Espanha a nova potência do futebol? Não sei, mas o momento parece bom.
julho 28th, 2010 § 0
Dá uma olhadinha no que esse cara fez. Olha como ele cobrou o pênalti, que catiguria.
Ele é da seleção sub-19 da Espanha. Será a Espanha a nova potência do futebol? Não sei, mas o momento parece bom.
julho 7th, 2010 § 0
Eu dizia que o Brasil perdeu pra ele mesmo nas quartas de final da Copa do Mundo. Mas vendo os outros jogos, vi que a Holanda fez por merecer, o time está jogando com garra, está comendo grama, literalmente. Parabéns Holanda. #bazinga
junho 9th, 2010 § 6
Vi rolando pela internet a imagem do novo logo da Copa 2014 que será disputada aqui no Brasil.
Como bom redator, fiquei de fora das discussões sobre o design do logo. Mas olhando para ele, outro questionamento me surgiu.
Quando um país é campeão 3 vezes com a mesma taça, ele fica com ela. Assim foi com a Jules Rimet. O Brasil foi campeão em 1958, 1962 e 1970.
Depois disso, o Brasil foi campeão com a atual taça em 1994 e 2002. Se ele for campeão em 2010, na Copa de 2014 será disputada outra taça e não a do logo criado, sacou?
Nesse caso temos 2 hipóteses:
a) Quem fez o logo da Copa de 2014 não entende nada de futebol. Afinal a seleção brasileira é a 1ª do ranking mundial e tem grandes chances de ganhar e ficar com a taça em 2010.
b) Talvez já exista um esquema do Brasil perder a Copa de 2010 e ganhar a de 2014. Afinal, além de ganhar em casa, agora ele ficaria com uma taça, já que a Jules Rimet foi roubada.
Como o mundo do futebol é um mundo de negócios, não dá pra duvidar de nada. E você, o que acha?
fevereiro 23rd, 2010 § 0
dezembro 3rd, 2009 § 0
Faz um tempo que vi esse jogo, mas só agora tive tempo de postar o Totó do Mengão aqui no Brechó. E como todo bom game, o desafio, prende a gente.
Achei muito bom porque é você quem escala o seu Flamengo. Mas também achei um pouco difícil, meu último jogo perdi de 5 x 0. O lado bom é que como os dois times são Flamengo, mesmo perdendo, só dá Mengo na cabeça. Aproveitem.
Se você não é Flamengo, também pode jogar. E se o seu time também montou um game, indica aí nos comentários.
novembro 30th, 2009 § 1
Perfeita essa imagem do grande ídolo Andrade. Ele merece esse reconhecimento que está recebendo, sempre foi ótimo jogador, um craque. E agora está mostrando que manja muito de futebol dentro e fora de campo. A única coisa que eu mudaria nessa imagem seria o slogan, ao invés de “No sapatinho we can“, eu colocaria “No sapatinho we créu“. Dá-lhe Mengão.
novembro 27th, 2009 § 0
O jornalista Charles Nisz, que gosta de estatísticas futebolísticas, é torcedor do Santos e fez o seguinte retrospecto:
1) O São Paulo perdeu 5 finais em 8 – das 5, 3 em casa –, isso na época do campeonato mata-mata, com 37% de aproveitamento. Sob a regra dos pontos corridos, sua ratio subiu para 50%; foi campeão em 3 das 6 oportunidades que teve (ou seja, foi vice nos outros 3 casos).
2) O Santos conquistou 1 título em 3 finais de mata-mata. E 1 título em 2 chances na fase pontos corridos.
3) O Corinthians venceu 3 vezes em 6 finais de mata-mata e conquistou apenas 1 título nos pontos corridos.
4) O Flamengo nunca perdeu final de mata-mata; venceu 5 em 5. Mas nos pontos corridos seu melhor resultado até agora foi um 3º lugar.
5) O Palmeiras mostra ótimo aproveitamento em mata-mata também: converteu em vitória 4 das 6 finais disputadas. Mas, em pontos corridos, neca de piripitiba (não sei os números nesse caso).
Eu, como bom flamenguista, sou totalmente a favor do mata-mata. Vou dar 4 motivos para defender meu ponto de vista:
1 – a motivação dos times influencia diretamente no resultado. Por exemplo: dizem que o Grêmio já está de férias e que jogará com o time reserva contra o Flamengo. Ou seja, um jogo sem nenhuma motivação para uma das equipes pode resolver o campeonato. Isso sem falar na partida do São Paulo contra o já rebaixado (há muito tempo) Sport na última rodada.
2 – com a janela da europa, fica difícil, ou quase impossível um time que tem um jogador que se destaque, manter uma regularidade. Só o Flamengo, perdeu o atacante Emerson por R$ 17 milhões. Que time recusaria a proposta? Resultado, muitos desfalques durante o campeonato super “justo”.
3 – rivalidades devem ser resolvidas em campo, diretamente. Que legal seria o Grêmio ou o Corinthians entregar o jogo só pra prejudicar o Internacional ou o São Paulo. Que emoção não? Se fosse uma semifinal, isso jamais passaria pela cabeça da torcida.
4 – a emoção de uma final é impagável. Confesso que mesmo o meu time disputando o título, a emoção não se compara com uma final. Eu ainda me lembro do último título, em 1992. O Rio em festa, os nervos à flor da pele e o maestro Júnior dando um show em campo.
5 – a mala branca fode tudo. Imagine se o Avaí dependesse da mala branca. E quando as coisas vem à tona, é porque corre solta já faz muito tempo. Quem me garante que malas de todas as cores não rolaram em todos os campeonatos de pontos corridos? Num mata-mata, é matar ou morrer, se acontecer alguma corrupção, o bicho pega.
outubro 7th, 2009 § 0
No Canadá, clube de futebol anarquista leva o esporte além de vencer e perder .
Dando um cartão vermelho para a hegemonia.
Nas noites de quarta, no canto nordeste do Parc Notre Dame de Grace, encravado entre Cote St. Antoine e Girouard, logo ao norte da corrida canina, Alex Megelas espera pacientemente em um tufo de grama por seguidores (leia-se entusiastas) do que ele chama seu Anarquista Futebol Clube.
Através de uma versão não-hierárquica particular de futebol, o clube almeja combater as práticas discriminatórias que freqüentemente fazem parte dos esportes organizados como o sexismo, a homofobia e o machismo.
Essencialmente, o Anarquista Futebol Clube erradicou a hierarquia que normalmente existe nos esportes organizados ao despojar o jogo de suas regras tradicionais. Isso significa sem contagem de placar, limites, capitães, e sem as mãos. Qualquer coisa e qualquer um são permitidos, exceto comportamentos agressivos e más atitudes.
Os times são escolhidos usando um sistema de números (1, 2, 1, 2,) e tendem a ser bem flexíveis. Jogadores buscam por pessoas que não estão em seus times, e por conta de as pausas para descanso/socialização serem freqüentes, os times tendem a mudar e modificar ao longo da noite.
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