Internet: de onde surgiu essa ideia?

outubro 24th, 2011 § 1 comment § permalink

Facebook e você

setembro 28th, 2011 § 0 comments § permalink

Diga não à ditadura digital

agosto 16th, 2011 § 0 comments § permalink

Rápido e fácil. Nesse vídeo você fica sabendo como e porque lutar contra os projetos do Deputado Azeredo e cia.

Pixels feitos à mão

julho 11th, 2011 § 0 comments § permalink

Minha nova colagem, feita para um concurso cultural da agência KMS. Não foi dessa vez que eu ganhei.

São pixels feitos à mão, recortados um a um. Representa que a web é feita de pessoas, do que existe dentro delas, por isso o dedo na garganta.

Eu já imaginava que o pessoal estava esperando algo positivo e bonzinho. Sei que devia ter colocado um desenho no lugar do Bin Laden… mas gosto dela assim, não mudaria nem um pixel.

Firme pela Liberdade. Firme com Anonymous

janeiro 14th, 2011 § 0 comments § permalink

Desde a sua concepção, a internet tem proporcionado novas formas para as pessoas em todo o mundo a exercer os direitos de liberdade de expressão, liberdade de imprensa e a liberdade de reunião. Esses direitos não são apenas os benefícios de uma sociedade livre – eles são os próprios meios de preservar a liberdade dessa sociedade. O recente aumento da interferência do governo com essas liberdades coincide com o fracasso da mídia corporativa em cumprir seu papel essencial no controle do abuso de autoridade. Censura e omissão jornalística deixaram cidadãos inconscientes e incapazes de responsabilizar os seus governos.

O WikiLeaks foi criado para preencher o vazio deixado pela mídia tradicional, fornecendo as informações necessárias para que os cidadãos exijam de seus governos à responsabilidade. No entanto, não foi concedida a proteção legal conferida aos jornalistas em geral. Em vez disso, a organização tem sido difamada e o apoio monetário foi bloqueado por governos e corporações privadas. Ataques ao WikiLeaks demonstram um inquietante desprezo pelo direito fundamental à liberdade de trocar informações e idéias expressas. Os membros de uma sociedade livre não devem permitir que a informação seja suprimida simplesmente porque é inconveniente aos que estão no poder. Nós compartilhamos a responsabilidade de defender as liberdades vitais. A hora de agir é agora.

Somos Anônimos, um movimento sem líderes que tem trabalhado incansavelmente para se opor a todas as formas de censura na Internet em todo o mundo, desde abusos da DMCA à filtros de conteúdos exigidos por governos. Nossas iniciativas incluem o apoio a grupos dissidentes no Irã, Zimbábue e na Tunísia, bem como travar a batalha da informação altamente visível contra a Igreja da Cientologia. Estamos agora preparados para levar a luta para o cenário mundial. Junte-se a nós em 15 de janeiro para o primeiro de uma série de protestos globais em defesa da WikiLeaks e a liberdade de expressão. Esteja conosco para defender suas liberdades.

Nós Somos Anônimos e Você Também

Retirei o texto e o filme do site Why We Protest.

Veja aqui protestos que acontecerão no mundo todo em defesa da liberdade na internet. Protestos em Curitiba e em São Paulo no dia 15/01.

Cerco ao WikiLeaks gera a 1ª Guerra da Informação

dezembro 10th, 2010 § 0 comments § permalink

Assange não está sozinho. Extraído do Portal Vermelho.

Em apoio ao WikiLeaks, hackers iniciam 1ª “Guerra da Informação”

Um Exército de hackers voluntários está agindo em defesa do site WikiLeaks e entrou na disputa cibernética protagonizada por ataques e contra-ataques envolvendo a polêmica homepage, que divulga importantes documentos secretos pelo mundo, dando início assim à primeira “Guerra da Informação”.

A “Operation Avenge Assange” (Operação Vingar Assange), organizada por hackers após o cerco internacional contra o WikiLeaks e seu criador, Julian Assange, conseguiu nesta quarta-feira derrubar parte dos sistemas informáticos da rede de cartões de crédito MasterCard, prova do poder da mobilização espontânea através da internet.

O protocolo IRC (Internet Relay Chat) é o ponto de partida do ataque contra a rede MasterCard, ao qual a Agência Efe teve acesso. Nele, o moderador estabeleceu como título “Operação Payback. Alvo: “www.mastercard.com“. Existem coisas que o WikiLeaks não pode fazer. Para todas as outras existe a Operação Payback”.

No final da manhã desta quarta-feira, os operadores do IRC informavam que mais de 1.800 bots estavam inundando com Ataques de Negação de Serviços (DDoS) contra o endereço “www.mastercard.com“. A empresa reconheceu dificuldades em alguns de seus serviços.

Enquanto isso, outros usuários do protocolo informavam sobre o progresso do ataque com mensagens sobre o estado das operações da Mastercard em países tão distantes como Suécia, Sri Lanka e México, ou sobre a evolução das ações da companhia de cartões de crédito na Bolsa de Nova York.

A primeira guerra da informação começou. Envie por Twitter e poste isso em qualquer site“, proclamava um dos hackers.

Outros solicitavam que o grupo dirigisse seus ataques contra os serviços de PayPal, Visa e inclusive contra a conservadora emissora de televisão “Fox News”. No entanto, o grupo de hackers denominado “Anonymous” mantém o ataque contra a Mastercard.

Por favor, deixem de sugerir novos sites. Os líderes de “Anon” decidiram que “mastercard.com” deve permanecer apagado. Dessa forma, afetaremos o preço de suas ações. Obrigado“, explicava outro usuário.

Segundo o blog da empresa de segurança virtual Panda, o grupo havia atacado o sistema de pagamentos online PayPal pouco depois de o serviço anunciar o bloqueio financeiro ao WikiLeaks, embora o ataque tenha se limitado a um blog da empresa.

O Panda assinalou que o ataque DDoS contra o “ThePayPalblog.com” durante oito horas fez com que o blog sofresse 75 interrupções de serviço.

O “Anonymous” também conseguiu afetar gravemente o funcionamento do PostFinance, banco suíço que também bloqueou sua conta ao WikiLeaks, e ao escritório de advocacia sueco que representa as duas mulheres que acusaram Assange de estupro e abuso sexual.

Pelas acusações, a Justiça sueca e as autoridades policiais internacionais expediram um mandado de prisão contra o ativista australiano, que não viu alternativa senão se entregar às autoridades do Reino Unido, onde estava vivendo e onde está detido, aguardando a definição sobre se será extraditado à Suécia.

O grupo que organizou o ataque é um coletivo de hackers denominado “Anonymous” e que se reúne habitualmente pelo site “4chan.org”, uma simples homepage que é utilizada para divulgar mensagens, fotografias ou simplesmente discutir sobre política.

Este não é o primeiro ataque lançado pelo “Anonymous“. Considera-se que o grupo facilitou a identificação e detenção de vários pedófilos, mas talvez uma de suas ações mais conhecidas foi o chamado “Projeto Chanology”, iniciado em 2008, para protestar contra a Igreja da Cientologia.

Por causa desse protesto, que incluiu ataques DDoS como os que atingem agora a Mastercard, o grupo adotou a estética da história em quadrinhos “V de Vingança“, no qual milhares de pessoas usam uma máscara idêntica ao do enredo para evitar sua identificação pelas autoridades.

No ano passado, o “Anonymous” também se uniu aos protestos contra as eleições iranianas, vencidas pelo líder Mahmoud Ahmadinejad e consideradas fraudulentas pela oposição.

Em seus protestos, o “Anonymous” qualificou seus ataques como “Operation Payback” (Operação Vingança), mas, desde que o WikiLeaks começou a publicar as correspondências secretas da diplomacia americana e o site começou a sofrer assédio de empresas e Governos, o “Anonymous” decidiu lançar a “Operação Vingar Assange”.

O WikiLeaks está apagado por Ataques de Negação de Serviços (DDoS). Há razões para crer que os Estados Unidos estão por trás, devido à natureza do vazamento (de documentos) do domingo 28 de novembro“, assinalou o grupo em seu site.

Embora não estejamos filiados ao WikiLeaks, lutamos pelas mesmas razões. Queremos transparência e combatemos censura”, acrescentou o grupo. “Não podemos permitir que isso aconteça“.

Por isso, vamos utilizar nossos recursos para aumentar a conscientização, atacar aqueles contrários e apoiar aqueles que estão ajudando a levar nosso mundo à liberdade e democracia“, finalizou a mensagem.

O AI-5 digital avança

novembro 15th, 2010 § 0 comments § permalink

Na calada da noite, avança projeto de deputado do PSDB para censurar internet e quebrar sigilo de internautas

por Luiz Carvalho, no site da CUT (retirado do Vi o mundo )

No início de outubro, em um Congresso Nacional esvaziado enquanto o Brasil discute as eleições, o Projeto de Lei (PL) 84/99 do senador Eduardo Azeredo, do PSDB de José Serra, foi aprovado em duas comissões na Câmara.

Também conhecido como “AI-5 digital“, uma referência ao Ato Institucional nº 5 que o regime militar baixou em 1968 para fechar o parlamento e acabar com a liberdade de expressão, o PL permite violar os direitos civis, transfere para a sociedade a responsabilidade sobre a segurança na internet que deveria ser das empresas e ataca a inclusão digital.

O projeto de Azeredo passa também a tratar como crime sujeito a prisão de até três anos a transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação. Isso pode incluir desde baixar músicas até a mera citação de trechos de uma matéria em um blog.

Conheça os principais pontos do projeto do Azeredo.

1. Quebra de sigilo

Ironicamente, o PL do parlamentar ligado ao partido que se diz vítima de uma suposta quebra de sigilo nas eleições, determina que os dados dos internautas possam ser divulgados ao Ministério Público ou à polícia sem a necessidade de uma ordem judicial. Na prática, será possível quebrar o sigilo de qualquer pessoa sem autorização da Justiça, ao contrário do que diz a Constituição.

2. Internet para ricos

Azeredo quer ainda que os provedores de acesso à Internet e de conteúdo (serviços de e-mail , publicadores de blog e o Google) guardem o registro de toda a navegação de cada usuário por três anos, com a origem, a hora e a data da conexão.

Além de exemplo de violação à privacidade, o projeto deixa claro: para os tucanos, internet é para quem pode pagar, já que nas redes sem fio que algumas cidades já estão implementando para aumentar a inclusão digital, várias pessoas navegam com o mesmo número de IP (o endereço na internet).

3. Ajudinha aos banqueiros

Um dos argumentos do deputado ficha suja reeleito em 2010 – responde a ação penal por peculato e lavagem ou ocultação de bem –, é que o rastreamento das pessoas que utilizam a internet ajudará a acabar com as fraudes bancárias. Seria mais eficaz que os bancos fossem obrigados a adotar uma assinatura digital nas transações para todos os clientes. Mas, isso geraria mais custos aos bancos e o parlamentar não quer se indispor com eles.

O que acontece agora?

Atualmente, o “PL Azeredo” tramita na Câmara de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara e aguarda a posição do relator Júlio Semeghini, do PSDB-RJ.

A má notícia é que foi esse deputado que garantiu, em outubro de 2009, que o projeto aguardaria o desenrolar dos debates para seguir tramitando. Mas, Semeghini fez o contrário do prometido e tocou o projeto adiante.

Com a provável aprovação, a última alternativa para evitar que vire lei e acabe com a democracia digital no Brasil será o veto do próximo presidente.

Para assinar a petição online contra o AI-5 Digital, clique aqui.


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