Campanha de Incentivo à Leitura

setembro 14th, 2011 § 1 comment § permalink

Essa é uma campanha opensource, criada nos comentários do blog do CCVP. O resultado ficou bem legal. Tempos depois, a @sixmony encontrou-a e decidimos revivê-la e divulgá-la. A Direção de Arte é do @jair_jr e a redação é minha @luizcarioca. Espero que gostem.

Baixe os cartazes aqui. Espalhe pela sua escola, bairro, onde achar interessante. Incentive a leitura. A distribuição e reprodução é totalmente livre.

Ler devia ser proibido

janeiro 28th, 2011 § 0 comments § permalink

Forma rápida de adquirir cultura

julho 8th, 2010 § 1 comment § permalink

1) Marcel Proust.
À La recherche du temps perdu. (Em Busca do Tempo Perdido).
Paris, Gallimard. 1922. 1600 páginas.
Resumo: Um rapaz asmático sofre de insônia porque a mãe não lhe dá um beijinho de boa-noite. No dia seguinte (pág. 486. vol. I), come um bolo e escreve um livro. Nessa noite (pág. 1344, vol.VI) tem um ataque de asma porque a namorada (ou namorado?) se recusa a dar-lhe uns beijinhos. Tudo termina num baile (vol. VII) onde estão todos muito velhinhos – e pronto. Fim.

2) Leon Tolstoi.
Guerra e Paz.
Paris, Ed. Chartreuse. 1200 páginas.
Resumo: Um rapaz não quer ir à guerra por estar apai! xonado e por isso Napoleão invade Moscou. A mocinha casa-se com outro. Fim.

3) Luís de Camões.
Os Lusíadas.
Editora Lusitania.
Resumo: Um poeta com insônia decide encher o saco do rei e contar-lhe uma história de marinheiros que, depois de alguns problemas (logo resolvidos por uma deusa super-gente-fina), ganham a maior boa vida numa ilha cheia de mulheres gostosas. Fim.

4) Gustave Flaubert.
Madame Bovary. 778 páginas.
Resumo: Uma dona de casa mete o chifre no marido e transa com o padeiro, o leiteiro, o carteiro, o homem do boteco, o dono da mercearia e um vizinho cheio da grana. Depois entra em depressão, envenena-se e morre. Fim.

5) William Shakespeare.
Romeo and Juliet.
Londres, Oxford Press.
Resumo: Dois adolescentes doidinhos se apaixonam, mas as famílias proíbem o namoro, as duas turmas saem na porrada, uma briga danada, muita gente se machuca. Então um padre tem uma idéia idiota e os dois morrem depois de beber veneno, pensando que era sonífero. Fim.

6) William Shakespeare.
Hamlet.
Londres, Oxford Press.
Resumo: Um príncipe com insônia passeia pelas muralhas do castelo, quando o fantasma do pai lhe diz que foi morto pelo tio que dorme com a mãe, cujo homem de confiança é o pai da namorada, que entretanto se suicida ao saber que o príncipe matou o seu pai para se vingar do tio que tinha matado o pai do seu namorado e dormia com a mãe. O príncipe mata o tio que dorme com a mãe, depois de falar com uma caveira e morre assassinado pelo irmão da namorada, a mesma que era doida e que tinha se suicidado. Fim.

7) Sófocles.
Édipo Rei – tragédia grega.
Várias edições.
Resumo: Maluco tira uma onda, não ouve o que um ceguinho lhe diz e acaba matando o pai, comendo a mãe e furando os olhos. Por conta disso, séculos depois, surge a psicanálise que, enquanto mostra que você vai pelo mesmo caminho, lhe arranca os olhos da cara! em cada consulta. Fim.

8 ) William Shakespeare.
Othelo
Resumo: Um rei otário, tremendo zé-ruela, tem um amigo muito fdp que só pensa em fazê-lo de bobo. O tal “amigo” não ganha um cargo no governo e resolve se vingar do rei, convencendo-o de que a rainha está dando pra outro. O zé-mané acredita e mata a rainha. Depois descobre que não era corno, mas apenas muito burro por ter acreditado no traíra. Prende o cara e fica chorando sozinho. Fim

Parabéns (ou não), você acaba de economizar a leitura de pelo menos 7.000 páginas.

(recebido via e-mail)

Anarquia Literária em Campinas

janeiro 26th, 2010 § 2 comments § permalink

“Ninguém é dono, e ao mesmo tempo, todos são donos”. Anarquia é isso. Anarquia não é caos nem bagunça, é bem-estar coletivo livre de propriedade privada que exclui os demais. Anarquia é desapego e comprometimento. Parece complexo, mas é simples, a gente é que complica tudo.

Se você não consegue ver o player abaixo, clique aqui e veja a matéria no site da EPTV.

O importante é ser feliz?

outubro 9th, 2009 § 1 comment § permalink

Vejam a expressão de felicidade das crianças. Será mesmo que o importante é ser feliz? Vendo isso, começo a me questionar o que é ser feliz. Cyro dos Anjos já disse no seu livro O amanuense Belmiro “a ignorância é meia felicidade”.

Se o sofrimento das crianças serve para completar a soma das dores necessárias à aquisição da verdade, afirmo desde já que essa verdade não vale tal preço.

O homem revoltado é o homem situado antes ou depois do sagrado e dedicado a reivindicar uma ordem humana em que todas as respostas sejam humanas, isto é, formuladas recionalmente.

- Trechos do livro: O Homem Revoltado de Albert Camus. (estou lendo, recomendo)

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