Tem mais no meu Flickr.
setembro 26th, 2011 § 0 comments § permalink
setembro 22nd, 2011 § 0 comments § permalink
junho 18th, 2011 § 1 comment § permalink
Kidult é um artista de rua indignado com a comercialização do movimento graffiti. Olha só o que ele fez nas principais grifes de Paris. O cara é foda. Infamous Kidult.
KIDULT ITW (uncensored) “ILLEGALIZE GRAFFITI” from eric on Vimeo.
Roubei do Página Inválida.
junho 6th, 2011 § 0 comments § permalink
Enquanto a polícia desce o cacete nos pixadores aqui no Brasil, lá na França eles estão ensinando a arte. O Brasil sempre foi um país muito criativo, exportador de matéria prima riquíssima e pouco valorizada internamente.
Para não ser injusto, vou citar o ótimo trabalho feito por Gustavo Lassala, mestre em design, que lançou um ótimo livro sobre a pixação de São Paulo, o Pichação não é Pixação.
Dá uma olhada nesse vídeo da Fondation Cartier , uma fundação que valoriza artes de vanguarda por todo o mundo. Coisa linda de se ver.
Graffiti Taxonomy: Paris, 2009 from Evan Roth on Vimeo.
E você, continua achando que pixação não é arte? De que lado você está nessa guerra entre ética e estética?
abril 20th, 2011 § 0 comments § permalink
(foto de uma carteira de uma escola particular)
Por mais que todos os educadores neguem, pixação se aprende na escola. Foi lá que eu aprendi e que todos os pixadores que conheci aprenderam. Porém, lá rola apenas as aulas teóricas, pra completar o curso é preciso ir pras ruas e fazer os rolés.
De modo clandestino, na vista grossa da educação, a pixação já faz parte da grade curricular das escolas. Goste você disso ou não ela está mais nas escolas públicas, mas também marca presença nas particulares.
Quem sabe um dia a pixação entra no planejamento de Educação Artística.
abril 12th, 2011 § 0 comments § permalink
dezembro 1st, 2010 § 3 comments § permalink
Daniel Medeiros nascido em São Paulo,começou na arte de rua com a pixaçao. Em 1994 por influência da velha escola do graffiti começou a pintar na rua.
Artista autodidata é conhecido por ter um estilo próprio. Suas principais referências e temas estão relacionados à natureza e psicodelia.
Seja pintando um grande painel ou um pequeno objeto, o artista consegue passar a mesma dramaticidade.
Expôs seus trabalhos na Funarte, MAC, Mube, MIS,33. Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, Galeria Jonathan Levinne em Nova York.