Quando vi ecapa da Veja, senti de longe o cheiro de politicagem de direita. O tempo passa e ela não muda. Esses riscos verde-amarelo no rosto não tem nada de cara-pintada, é extrema direita na veia, ultranacionalismo ao estilo Bolsonaro.
A revista Info da Abril já publicou um monte de lixo sobre o Anonymous. Os colocou como terroristas praticamente, uma ameaça a nós cidadãos comuns.
Fico feliz de ver que pronte o Anonymous respondeu para a Veja.
Pior do que quem fez a revista e de quem defende que isso faz parte do procedimento é o infeliz que escreveu e oficializou um procedimento de revista detalhada em crianças.
Se isso é um procedimento de segurança necessário pra civilização, eu prefiro ser selvagem.
“Tornei-me vizinho dos pássaros, não por ter aprisionado um, mas por ter me engaiolado perto deles”
- Henry David Thoreau
Hoje recebi uma ligação da Folha de São Paulo. É incrível como eles não conseguem aceitar que alguém não quer ler o jornal deles nem de graça.
Não gosto, não leio, não perco meu tempo com a Folha de São Paulo. Há muito tempo a credibilidade dela está abalada comigo.
Sei que perco meu tempo com outros veículos de notícias tão suspeitos quanto, mas aos poucos vou me livrando deles, me desintoxicando.
Outro exemplo é a revista Veja. Pra mim, é um caso mais grave do que a Folha, que tenho que admitir, ainda preserva alguns aspectos admiráveis. A Veja me enjôa desde a capa.
Pior que as capas da Veja estão cada vez piores. A falta de imaginação e o sensacionalismo revezam as edições. Isso sem falar das chamadas com tons preconceituosos, pois na hora da venda é melhor discriminar a minoria do que discordar da maioria.
Além disso, seus textos são medíocres. Eles tem tanta sede de poder e de influenciar opiniões que deixaram isso poluir o texto. Parece mais um sermão fanático de uma igreja qualquer.
Vejo que a cada dia mais pessoas estão deixando essas fontes de informação pra trás, isso é bom. Porém, levaremos tempo para nos recuperarmos dos males que nos causaram.
Eu ficaria super feliz se um dia ao invés da campanha: Porque eu cancelei a minha assinatura da Folha de SP e UOL; lançassem: Porque eu nunca assinei a Folha de SP e o UOL.
Com o tema de “New Word” que discute a tecnologia a nossa volta, a revista MyWAVE #4 traz a arte do estúdio alemão E-boy composto por um trio de artistas – Steffen Sauerteig, Svend Smital, Kai Vermehr – que abusa de um clima futurista, desenvolvendo sua arte composta por pixels, a Pixel Art, inspirada pelas novas comunicações e tecnologia avançada.
Desde 1997 o estúdio cria imagens inteiras compondo cada pixel usado e se tornaram referência quando se fala no assunto. Precisão, paciência e técnica são alguns dos atributos necessários para ser adepto do estilo que já é conhecido no mundo todo e tem fãs pelos quatro cantos.
Quem olha essas imagens pela primeira vez, acha que quem as criou são uns geeks aficcionados por games, mas não é bem assim. “É engraçado como muitas pessoas pensam que somos retrô e que temos influências dos velhos Ataris, c 64 e jogos da Apple. Isso não é verdade… aqui na Alemanha as pessoas que cresceram na parte oriental não tiveram acesso a nenhum desses eletrônicos”, dizem.
Talvez a paixão do trio pelos pixels tenha vindo exatamente dessa alienação tecnológica, vai saber. O que importa é que os artistas contribuem muito para uma nova visão da arte contemporânea, unindo arte e tecnologia
Dá vontade de imprimir as páginas e colar na parede de casa. São ilustrações lindas, uma melhor do que a outra. consegui ver e baixar apenas uma revista em PDF, mas tem vários números. Pra quem admira arte, é uma ótima opção. Pra quem desenha, uma referência que não pode faltar. Clique aqui pra conferir o site da GizMag.
A GizMag é uma web revista belga, semanal. A cada 3 meses um PDF gratuito é publicado com entrevistas e trabalhos artísticos.
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